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 Mortalidade infantil
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vera lucia
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Spedito - 12/06/2004 :  21:40:49  Mostra profilo  membro femminile  Rispondi con citazione
12/06/2004 -
Mortalidade infantil é elevada até na elite
Folha de S.Paulo, no Rio

Renda

Um cruzamento feito pelo demógrafo Celso Simões, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a partir de dados do Censo 2000 mostra que, mesmo entre a população de maior renda, as taxas de mortalidade infantil no Brasil são altas quando comparadas à média de países desenvolvidos ou à de outros países em desenvolvimento.

Segundo o IBGE, a taxa de mortalidade infantil no Brasil em 2000 era de 29,7 mortos por 1.000 nascidos vivos. Quando se analisa a taxa apenas na população que faz parte dos 20% de maior renda no Brasil, ela cai para 15,8 por 1.000.

É menor do que entre os 20% mais pobres (34,9 por 1.000 nascidos vivos), mas, ainda assim, é mais do que o triplo da encontrada na média de países desenvolvidos, de 5 mortos por 1.000 nascidos vivos, segundo o Unicef.

A taxa de 15,8 entre os 20% de maior renda coloca essa parcela do Brasil ainda atrás da média de toda a população, por exemplo, de Cuba (7), Costa Rica (9), Chile (10) e Uruguai (14) e próxima da taxa média da Argentina (16).

Simões alerta que os 20% mais ricos do Brasil são um grupo ainda heterogêneo. Segundo o Censo 2000 do IBGE, a renda média domiciliar dessa parcela da população é de R$ 3.784. Mas, por se tratar de uma média, isso significa que nesse grupo há tanto brasileiros extremamente ricos quanto pessoas que seriam consideradas como pertencentes a uma classe média de menor poder aquisitivo.

O que se pode afirmar é que não se trata, definitivamente, de uma população miserável, sem acesso a serviços mínimos de saúde, sejam eles públicos ou privados.

Para José Orleans da Costa, do programa de reanimação neonatal e membro do grupo de trabalho de mortalidade infantil da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), as altas taxas (quando comparadas a países desenvolvidos) de mortalidade nas classes mais altas podem ser explicadas pela falta de qualidade no atendimento, mesmo na rede privada.

"A pobreza é, sem dúvida, um componente fundamental para explicar a mortalidade infantil no Brasil. Mas, mesmo no quinto mais rico da população, a taxa ainda é alta. Há muitos fatores ligados ao sistema de saúde que ainda influenciam essa taxa no país. O parto e os primeiros dias após o nascimento do bebê são momentos de risco. Muitos hospitais brasileiros, públicos e particulares, têm problemas de infra-estrutura que provocam, mesmo entre as classes mais ricas, mortes que poderiam ser evitadas."

Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, diz que, na rede privada, ainda há fatores que elevam o risco de morte prematura.

"No Brasil, mesmo no setor privado, temos um excesso de cesarianas quando comparamos esse número com qualquer outro país. Há famílias e médicos que marcam o dia da cirurgia de acordo com a sua conveniência, porque preferem fazer o parto num fim de semana, por exemplo. Algumas dessas cirurgias podem resultar no nascimento de crianças com o sistema pulmonar ainda não maduro. O número de cesarianas tem caído no SUS, mas permanece estável na rede privada."

Ele diz, no entanto, que, apesar de a taxa de 15,8 mortos por 1.000 nascidos vivos ser alta se comparada com a taxa média de países desenvolvidos, essa população que está entre os 20% mais ricos tem padrões de mortalidade muito mais próximos dos europeus do que dos países mais pobres.

[...] NADA PERDE QUEM NADA TEM.... [...]

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